30 de dezembro de 2011

Romance

Apressei-me a sair do comboio. Sabia que ele já lá estava, à minha espera. A multidão, por momentos, nada me deixou ver mas, de repente, lá estava ele, sempre sério, olhando fixamente enquanto me aproximava.
Não esboçou nem um sorriso, devia estar cansado.
A saudade que trazia comigo no peito era enorme, por isso, acelerei o passo e, ao chegar perto dele, beijei-o e abracei-o com tanta força quanto podia.
Ele sorriu.

23 de dezembro de 2011

 A história que um dia eu vou contar vai ter como título "Como a tua insegurança estragou tudo o que eu construí. "

19 de dezembro de 2011

Right in the kisser..

Já vos aconteceu perceberem o quão irritante é uma pessoa que a partir de certo momento, cada gesto que ela faça, cada palavra que ela profira, cada riso, espirro, qualquer coisa que seja mesmo, vos tira do sério?
Isso aconteceu-me há um mês para cá, mais ou menos, e não é muito... agradável lidar com a situação, visto que só me apetece explodir na cara da pessoa em causa. E sei bem que não sou a única.
É estúpido as pessoas mentirem sobre coisas que não têm nada a ver, fingirem serem e terem coisas que não são nem têm, não serem elas próprias, meterem o bedelho em TUDO.
Basta.
Falsidade é coisa feia, sim?
Menos, gente, menos...

13 de dezembro de 2011

Alívio

Portanto, as minhas contas todas de todos os sites que tinha na net foram hackeadas, incluindo esta.
Começou pelo facebook, youtube, baixaki, progressivamente até chegar a esta.
Embora não tenha feito muito neste blog ultimamente, nos últimos 2 anos, nele constam momentos reais como imaginários, mas que, no fundo, relatam um momento importante da minha vida, nem que seja apenas um momento de inspiração.
Quando soube que tudo isto estava em risco, não soube muito bem como reagir, como seria de esperar. A bem dizer, 2 anos da minha vida teriam sido apagados.
Felizmente, conseguiram trazê-la de volta para mim e eu percebi que não é preciso ter uma grande história para contar para fazer disto especial...
É a minha vida e basta.

Obrigado.

7 de dezembro de 2011

Problemas no raio do face!

Estou a meros segundos de estourar com o monitor!
O Facebook lembrou-se de estar de mal comigo e de 1 em 1 minuto me terminar sessão sozinho sem ninguém lhe pedir nada.
E pior!
Parece que há "eventos-vírus" agora... E parece que eu entrei nalguns. POR AMOR DA SANTA! Acabei de criar um Face novo e já tenho problemas com este... Mas alguém merece?
PORQUÊ EU?
É que nem avisar as pessoas consigo por não ter tempo de escrever...
Tecnologias, tecnologias... POUPEM-ME.

6 de dezembro de 2011

Uns nascem com beleza, outros com formosura, inteligência, jeito para desenhar, pintar, cantar, lutar, cozinhar, escrever...Uns nascem com dinheiro, sorte, famílias grandes, traços interessantes, mistério, entre outros.


Eu nasci com felicidade.

2 de dezembro de 2011

I feel.

Apetece-me esticar o cabelo, pôr rímel, pintar os olhos, os lábios, pôr perfume, pintar as unhas, comprar roupa nova, calçar os sapatos mais altos que tiver, sentir-me linda, sentir-me mulher.
Apetece-me pegar numa guitarra, desfazê-la contra a parede, pegar em toda a loiça da minha mãe, partir tudo, rasgar roupa, queimar fotos, esquecer memórias, gritar, exorcizar o sofrimento, sentir-me rebelde, sentir-me viva.
Apetece-me voar, sentar-me numa nuvem e sonhar, viver no conto de fadas que eu própria criei, o meu mundo, as minhas regras, sentir-me útil, sentir-me alguém.
Quero amor. Amar e sentir-me amada. Ter alguém para cuidar, abraçar, beijar. Alguém que me dê a mão com força, que me pegue ao colo, que me diga o quanto me adora, que me espere a toda a hora. Apetece-me sentir a paixão.
O som de um riso, o sabor de um doce, o cheiro da madrugada, o pôr-do-sol, a chuva, o vento, as lágrimas...
Apetece-me sentir.

Face ou não face? Eis a questão.

Portanto, o meu não funciona... E agora?
Desespero? Faço um novo?
 Não me cheira.

"I'm braking the habit."

20 de novembro de 2011

A Fire Inside - Prelude 12/21

Romance Parte: Não_Sei

Numa noite gelada ela foi esperá-lo.
E esperou, esperou, esperou... Ele nunca mais vinha.
Estava prestes a desistir quando, ao longe, vê alguém se aproximando. Os seus olhos enchem-se de esperança e brilham mais que nunca. Mas em vão...
Começa a desesperar.
De repente alguém lhe toca no ombro. Era ele:
- Tens frio amor?
Foi instantâneo. O seu coração sorriu.

18 de novembro de 2011

The end.

Hoje escrevi a última página de um dos muitos livros da minha vida.
Que comece agora um novo...

16 de novembro de 2011

Está dito.

E se.

E se hoje fosse o dia em que nada está de bem contigo?
E se hoje fosse o dia em que te achasses a coisa mais feia do mundo?
E se hoje fosse o dia em que o teu cabelo não quisesse assentar?
E se hoje fosse o dia em que algo que te era querido se fosse?
E se hoje fosse o dia em que parte de ti morresse?
E se hoje o teu mundo desabasse, caísse mesmo a teus pés, derrubando tudo aquilo que alguma vez construíste?

Hoje foi o dia.


As pessoas gostam de dizer que nada é para sempre, partindo do princípio que isso é algo mau, mas... E se a vida for má? E se sofrermos do síndrome de coração partido? E se estivermos trancados num sítio onde somos constantemente abalados pela saudade?
Não é bom que acabe?
Um dia acabará.


Talvez o dia esteja mais próximo do que pareça.

22 de outubro de 2011

Bem, este negócio de escrever, para mim, vai de mal a pior.
Não tenho problemas amorosos, não tenho problemas em casa, nem na escola. Não tenho nada que me inspire, não estou com criatividade suficiente para inventar algo de espantoso...
É lógico que há sempre alguma coisa para dizer, mas recuso-me a falar das pessoas abertamente aqui, muito menos das que me são mais próximas.
Num mês de aulas, a única coisa de interessante que aconteceu foi a stora de português ter rido incontrolavelmente ao ler umas crónicas de Ricardo Araújo Pereira.
Não me queixo de todo da turma que tenho. Adoro-os e posso afirmar que foi o melhor que tive até agora, em termos gerais. É lógico que não há lá nenhum que substitua a minha Juliana ou a minha Diana...
Os que vieram comigo do ano passado continuam na mesma, quer para o melhor ou para o pior. Já se sabe com quem contar.
Não me posso queixar de stor nenhum... E daí, até posso... O stor de Filosofia passa a aula inteira a falar, 90 minutos a falar de filosofia (ou não), e, come é a primeira aula de segunda-feira, logo ali às oito da manhã, a maioria de nós adormece, desenha, canta ou escreve...

Não prometo escrever mais, mas vou fazer por isso.

24 de setembro de 2011

Mudança

É tão bom ver caras novas, é tão refrescante não ter de levar com os mesmos dramas todos os dias, é um alívio ver toda a gente sorrir e brincar, gente sem maldade nenhuma...
Tinha medo de ficar em minoria, mas agora agradeço por assim o ser, pois se o passado ainda me acompanhasse agora... Deus sabe o que aconteceria, e Deus sabe que não ia ser bonito.
Eu nem quero saber se tenho de me levantar às 6:30 da manhã todos os dias, porque para onde eu vou, e por causa daqueles que agora me rodeiam, vale muito mais que a pena!


So long suckers, i say.
Pelo menos por agora.

21 de setembro de 2011

1 Ano

Há precisamente 1 ano atrás, no dia 21 de Setembro de 2011, estava eu a ir para a escola com um cai cai preto e jeans, na companhia da minha doida preferida, a Diana, quando recebo uma chamada tua.
No momento em que cheguei ao fundo da rua, perguntaste se podias perguntar algo que havia já algum tempo que eu queria que perguntasses. Complicado? Eu sei.
Pediste-me para ser tua e só tua.
Eu aceitei.
E assim começou novo caminho apenas a ser percorrido por nós os dois desde então, caminho esse que nos atirou com alguns obstáculos, caminho ao qual atiramos obstáculos também, mas também um caminho que nos tem permitido uma felicidade contagiante, algo que nos preenche, algo que nos faz sorrir, sonhar.
Amor.
Hoje, neste mesmo caminho, continuamos a caminhar de mãos dadas após um ano.
Um ano de toda a eternidade que nos espera.


Amo-te.
Parece que cheguei mesmo a uma altura em que tudo aquilo que sei está a ser testado e não como antigamente.
Enganei-me muito ao pensar que as coisas se mantinham, nem que fosse por um bocadinho mais...
Mas não há volta a dar.
É isto que eu quero. Sempre quis. E vou ter.
Tudo cresceu. Agora é a minha vez.

16 de setembro de 2011

My Life in Words # Não_Faço_Ideia

Vai começar a escola... Noutra escola, com outras pessoas e novos stores.
Para começar vou ter de começar a apanhar o autocarro cedo... Vai ser lindo. Tirando o incómodo que vai ser estar ao frio à espera de uma coisa que tem tendência para se atrasar no Inverno, tenho um horário muito bom. Tenho a maioria das tardes livres, tenho uma Dt muito simpática e já nos disseream que o resto dos stores também são muito bons.
Quanto ao resto do pessoal, bem.. Só o tempo o dirá, mas não acho que vá haver razão de queixa. Se houver... Queixa-se.
E bem, como a escola em si é diferente! Vamos ter cartões que, FINALMENTE, vamos utilizar e não guardar no fundo da carteira para ganhar uma enorme variedade de fungos. Dinheiro naquela escola só circula para carregar cartões. Marcações para cantina fazem-se online no dia, semana, e até mês anterior.
A quem não aparecer é debitado não sei quanto de multa do cartão.. Enfim, gostei.
Não é por mal, mas o director tem ar de quem se enfrasca pouco, tem...
Vamos ter é de comprar um mapa da escola, porque é muito difícil (para já, como é óbvio) ter orientação lá dentro.
Foi bom rever pessoas que se tinham separado de nós há uns anos atrás. Foi bom ver o quão diferentes estão agora.
Está tudo diferente.
Até eu, mesmo que não o note.

13 de setembro de 2011

Meninas, meninas...

Esqueçam fazer aos rapazes coisas às quais eles deveriam reagir como vocês vêm nos filmes e como lêm nos livros...
Acaba sempre por ser tudo ao contrário e depois quem fica mal somos nós!


Rapaz NÃO vê novelas.

12 de setembro de 2011

Gaja mais fútil e consumista de sempre, não ?

Romance #1458491894965216189451

Era tarde para ele.
Ela tinha de ir embora.
Cada vez mais juntos se encontravam, cada vez mais agarrados, cada vez mais entrelaçados.
- Vá amor, vou-me embora.
- Hm hm...
Ela encostava a cabeça no ombro dele e ele agarrava-a com mais força.
Assim ficavam, sem se mexerem.
- Agora vou meu anjo.
- Hm hm...
Agora olhavam-se nos olhos e sorriam, nada poderia desviar as atenções.
- Amoooor...
- Eu sei...
Ele abraçou-a com toda a sua força e beijou-a como se não houvesse amanhã.
- Agora vou...
- Shhh..Só mais um.

6 de setembro de 2011


E depois?
O que é que acontece depois de vir uma tempestade terrorista que nos destrói a casa, o jardim, a horta, o carro? E se essa tempestade me desfizer a mim? Me atirar aos bocados para todo o lado?
E se essa tempestade for culpa minha?



Pega-se no puzzle desfeito e recomeça-se outra vez.

31 de agosto de 2011

A minha pequenina

No passado dia 29 a minha sobrinha completou 2 aninhos!
É assustadora a forma como o tempo passa, até porque parece que ainda ontem saí de casa a correr e a gritar para o meu pai que a bebé tinha nascido...
Ah, quem não bebeu nessa noite?
A minha Di é a coisa mais fofa do Mundo e tem uma capacidade de fazer as pessoas rir, é uma coisa louca! Isto é...Quando está de bom humor, porque tanto faz uma pessoa rir como tão depressa faz a mesma arrancar os cabelos...
Enfim, é pequenina.
É a minha Dianinha!

Parabéns!
<3

Que rapariga nunca pensou isto?

30 de agosto de 2011

Rant #1

Para resumir, num Rant uma pessoa queixa-se. Vou-me queixar de coisas.
Imaginem chegarem a casa, após um longo dia de trabalho, ou outra coisa qualquer, completamente esgotados e só querem ir dormir.
Estão tão perto da cama e lembram-se que não fecharam a porta à chave. Voltam para trás, remexem a carteira, com os olhos semicerrados à procura da chave e fecham a porta.
Começam a apressar-se para a cama e estão quase a entrar quando pensam: "Aiii! Que burra! Nem me lembrei de apagar a luz!". Então levantam-se, porque o interruptor se encontra do outro lado do quarto, arrastam-se para lá, apagam a luz e voltam.
Conseguem finalmente deitar-se, mas dá-vos uma sede daquelas! Levantam-se, acendem a luz do quarto, chegam à cozinha e, de olhos quase fechados remexem o armário dos copos, enchem-no com àgua, bebem e, só para prevenir vão buscar bolachas para o caso de vos dar fome e também vão ao wc para não terem de, eventualmente acordar de noite.
Depois de tudo prontinho, apagam tudo, voltam para a cama com os olhos fechados, cobrem-se e aconchegam-se muito bem quando de repente:
"- OH MEU DEUS! Amanhã tenho teste de História!"

15 de agosto de 2011

Um Tema! Precisa-se.

Oh meu Deus! Se eu não arranjar nada de jeito para fazer eu juro que dou com a cabeça na parede...
Preciso de arranjar algo para escrever. Um  tema, uma ideiazinha mínima, qualquer coisa!
Estou a ter um Brain Fart! NÃAAAOOOOOOOOOOOOOOO!
Brain Fart é quando, literalmente, não nos sai porra nenhuma da cabeça. E isso está a acontecer comigo agora mesmo.
Não tenho mesmo nada para fazer, para escrever...
Vou voltar a contar quantas cartas há num baralho, vou distribuí-las para me certificar que existem 4 cartas iguais por naipe, vou prender e soltar o cabelo mais 1000000000 vezes, vou fazer a cambalhota na para a frente e para trás sem parar...
Brain Fart dá nisto.

14 de agosto de 2011

O meu maior medo,

é encontrares por aí alguém que seja capaz de te fazer mais feliz que eu...


Apeteceu-me.

Ray William Johnson,
um homem no youtube que me faz rir MUITO, uma vez por semana.

Be careful, he might be stalking your mom:

11 de agosto de 2011

Perdi-me, perdi tudo (Parte I)

Tinha 5 aninhos quando o meu mundo começou a desabar lentamente.
Levaram a minha mãe e prenderam-na sem mais nem menos (pensava eu na altura) e eu fiquei ali agarrada ao meu pai a chorar desalmadamente...
Tinha notado nela algo de diferente. Ela andava distante, fria.. Chegava mais tarde a casa e saia a meio da noite.. Eu era pequena, por isso não me importei muito. Descobri, mais tarde, que ela foi presa por causa de droga.
Agora rio-me ironicamente do quão despedaçada fiquei, já irão saber porquê.
O meu pai morreu nesse dia, pelo menos a sua alma sim. Aquele corpo sem vida nenhuma, sem felicidade, sem calor arrastava-se agora da sala para o quarto e, na maior parte das vezes, nem se mexia. Mal me falava, deixou de trabalhar, de se cuidar deixou de viver.
Fiquei sozinha. Uma criança abandonada.
Deixei de ir à escola para me entreter com um monte de outras coisas e ninguém quis saber.
Um dia acordei com o som de camiões na minha rua. Alguém se havia mudado para a casa ao lado e, sem conter a curiosidade, desci para ver quem era. 
Para meu agrado era uma família da qual fazia parte uma miúda como eu.
Começamos a falar, a sair e assim me tornei ainda mais independente. Já nem parava em casa.
No meu 16º aniversário ela levou-me à cidade para conhecer alguns amigos dela.
Cheguei lá e deparei-me com um grupinho sinistro de rapazes, mas nem quis saber... Era gente dela, era minha também.
Levaram-nos para uma casa qualquer onde nos disseram haver uma festa... Entramos, falamos umas coisas quaisquer e bebemos, bebemos e bebemos.
De repente ela saltou para o colo do rapaz que estava ao lado dela.
Eu fiz o mesmo.


[Continua]

Saudades de casa

Fui passar uns dias à aldeia da minha avó, em Vouzela (já falei desta aldeia algures aqui).
Nunca vi dias tão quentes, piscinas tão boas, nunca tirei muito tempo para apreciar as vistas como desta vez e aquilo é lindo... Aprendi a jogar bilhar, consolei-me nos matrecos... O problema foi à noite. Não há mesmo nada como a caminha de casa, mas foi só mesmo a primeira noite, porque na segunda bebi o suficiente de receita para dormir a noite toda....
Voltei a casa, mas amanhã há mais diversão...

<3


Acabou

Ora bem...
Estive a pensar muito bem durante estes dias que estive fora, longe de tudo e de todos e cheguei à conclusão que vou deixar de escrever assim...


Não, não vou deixar o blogue, mas vou deixar de escrever o que as pessoas querem ler, algo com o qual alguém se identifique, algo muito lindo e puro, algo completamente embelezado sem realidade nenhuma e sem emoção. Chega.
Eu não sou uma adolescente normal, por isso, ninguém se pode identificar comigo a menos que seja anormal.
E eu gosto de ser assim.

Tretas? Nunca mais.




Música do MÊS:








2 de agosto de 2011

Sabem quando começam a areder por dentro?
Quando querem dizer alguma coisa e, no entanto, só conseguem gritar e rosnar?
Sabem quando dizem que matam, esfolam, estripam, mas nunca fazem nada?
Ou então quando os nervos são tantos que vou fazem partir coisas, arranhar coisas, morder coisas e tentar impingir dor nos outros?
Isso, é raiva.

27 de julho de 2011

Autoestima... Rebeldia?

Que me interessa o que pensam os outros?
Apenas a forma como me vejo e aquilo em que acredito importa!

22 de julho de 2011

Parabéns a mim.

Fiz anos na segunda-feira e pensei em dizer alguma coisa aqui, mas detive-me.
Por algum motivo eu não o fiz, pensando que seria algo inútil, pensando que não iria ser algo que valia nem o meu, nem o vosso tempo.
Hoje voltei a pensar no assunto e as conclusões estavam a seguir os mesmo caminhos até que, numa parte do meu monologo, pensei: "Sempre que alguém que me é importante faz anos, eu escrevo. Eu também me sou importante, porra!"
Por isso:

Na passada Segunda-feira, dia 18 de Julho, eu completei 15 anos.
Ao longo desses anos eu fui crescendo e aprendendo muito (demasiado e depressa, até), quer por experiência própria, quer observando de perto os outros e os seus problemas.
Não me posso queixar de nada. Tenho um tecto, uma família, amor... mas o mais importante é que sou feliz.
Sou muito feliz!
Aquilo a que posso chamar de "problemas" são pequenas desavenças entre mim e certas pessoas, mas eu admito que a culpa é minha! É verdade!
O que acontece, acontece sempre porque, para a minha idade, eu estou um bocado avançada (mentalmente) e também sou minimamente inteligente, por isso, como vêem, a culpa é minha, tirando isso, os VERDADEIROS problemas são borbulhas e arrumar o quarto...
Parabéns a mim !

Diana.

Tudo começou há mais ou menos 11 anos, se não me engano.
Sim, foi nessa altura que te conheci...
Nunca fomos muito chegadas, nem me lembro assim de grandes coisas sobre ti. Não andavas comigo... Bem, nenhuma rapariga andava comigo.
Sei que eras uma barbie (ainda és): cabelos compridos, loiros, carinha bonita, e fizeram com que eu não gostasse de ti. Sim, fizeram.
Vê la tu como as pessoas não mudam... Já na altura inventavam coisas, metiam veneno (Cabras uma vez, cabras sempre) ... Canalhada mesmo.

Supostamente, começamos a conhecer-nos minimamente a partir do 6º ano, devido a uma loucura chamada Tokio Hotel... Até me arrepio só de pensar nas figuras... Tu nem estavas muito interessada no assunto, mas pronto, era o que estava a dar no nosso grupo na altura.

Lembro-me que no 7º ano "gritei" contigo por alguma coisa que andavas a fazer e que te andava a magoar. Agora sei que não sou ninguém para dar lições e sei que te fiz chorar e peço desculpa por isso.
Mas vieste agradecer-me depois.

Avancemos directamente para o 9º ano.
Começamos muito mal graças a terceiros, mas decidiste envolver-te e claramente escolheste mal a batalha.
Isso passou.
Assim tive a oportunidade de te conhecer de verdade e não me arrependo de todo. Independentemente de tudo o que leste aqui atrás, agora que te conheço e que tu me conheces a mim, eu tomo-te como uma amiga daquelas que realmente importam.
Tu animas o dia de qualquer pessoa com uma naturalidade daquelas. E provaste-me que algumas da coisas que eu pensava a teu respeito, estavam erradas, e ainda bem que sim.
É bom que não te esqueças que tens aqui gente que te adora e também é bom que te lembres que mesmo que vás embora, não vais a lado nenhum.
Adoro-te, miúda.

15 de julho de 2011

O Problema

Falta de comunicação.
É esse o problema, sempre foi e será a nossa desgraça a não ser que deixes de ser egoísta a pensar só naquilo que tu sentes, naquilo que te magoa e que passes também a pensar e a querer saber da minha versão das coisas, na minha opinião, até porque, ao contrário do que deves pensar, eu tenho uma.
É impossível tentar redimir-me de algo que não fiz, de algo que tu inventaste ai dentro e não me explicas. Não sou bruxa e mesmo que fosse, iria ser bom ouvir algo da tua boca. Iria ser bom ouvir aquilo que pensas e que sentes, bem alto!
Estou cheia de ter de descobrir, cheia.
Para alem de não teres moral para dizeres aquilo que dizes, eu não o mereço. Tento ser tolerante, compreensiva, tento ajudar-te, estou sempre a querer saber de ti, ate mesmo coisas para as quais eu tenho a resposta eu quero saber vindo de ti.
Não vou fazer sozinha aquilo que devia de ser feito por dois.
Não vou.

11 de julho de 2011

Um GRANDE update

Ora muito bem, desde que as férias começaram que ainda não escrevi nada aqui, por pura...preguiça.
Praia, namorar, rir, enfim! Um bocado de tudo tem-me feito tão bem! É indiscritível a sensação de não ter que acordadr todos os dias com quela freima de ir para a escola.

Shout out à Juliana Ferreira, Rafael Bastos e Pedro Silva por contribuirem para umas BOAS férias!

Faço anos de hoje a oito e ... não sinto que seja nada de especial. Talvez porque o ano passado não o foi... Mas vá, pode ser que este ano seja diferente, pelo menos no próprio dia.

Tenho um problema no teclado agora... Sempre que quero carregar num acento, aparecem dois e isto está a dar comigo em doida! O que estou a escrever aqui só aparece bem escrito, porque estou a usar teclado no ecrã...
Mas mesmo assim, vou tentar escrever umas histórias por partes, e vou actualizando o conjunto ROMANCE.

28 de junho de 2011

Pedro Silva




Não és perfeito.
Não tens a vida perfeita.
Não tens o passado perfeito.

Eu também não.

Da última vez que estiveste comigo, esta música passou no rádio e tu cantavas para mim o refrão. E só aí percebi as voltas que tudo dá.
Enquanto tentava a todo o custo conter as lágrimas, veio-me à cabeça quando te conheci, quando fui descobrindo coisas sobre ti, voltei a sentir o que senti quando dei a primeira gargalhada contigo, voltei a sorrir como te sorri a primeira vez que te vi, lembrei quando te menti, quando me perdoaste, quando logo no início me disseste que eras de longe e mesmo assim não desanimei, quando no dia 21 de Setembro de 2010 me ligaste e me pediste em namoro... Voltaste a beijar-me como me beijaste na 1ª vez que me viste, a segurar a minha mão, a abraçar-me, a olhar para mim, a sorrir como da 1ª vez.
E eu senti-me mais viva que nunca nesse momento.

E é assim que me sinto todos os dias agora, só por saber que te tenho, por saber que pensas em mim, por saber que te importas, por saber que me queres, por saber que me amas.
Já não há problema que não tenha solução, porque sei que estás sempre aí disposto a ajudar, sempre para me apoiar, ajudar, segurar.

Não só para o bem como para o mal.
Até porque me obrigas a falar do mal, mesmo sabendo que detesto, porque sabes que me vai fazer sentir melhor.

E no bom, no mau, no alto e baixo, dentro e fora, longe ou perto, quero qeu saibas que te amo mais que tudo, independentemente das discussões, das niquices, dos problemas, dos ciúmes, mais teus do que meus, de tudo.
És meu tal como eu sou tua.
Para sempre.

Amo-te.


"I've found out a reason for me
To change who I used to be
A reason to start over new
And the reason is you"

26 de junho de 2011

O início do fim

Só precisaste de uns minutos para destruir tudo o que havíamos construído.
Passaste de ídolo, herói, conselheiro e confidente a nada.
Todo o respeito, amor, amizade, entre outros, que tinha para contigo, passaram a ódio.
Fizeste com poucas palavras o que apenas poderia ter sido igualado com infinitas cargas de porrada.
Resta agora silêncio.
Silêncio carregado de rancor.
Aproveita bem esse silêncio, porque é a única coisa que terás de mim.

13 de junho de 2011

O poder de fazer merda e ser bom a fazê-la


Parece que não, mas há muita gente assim. Gente manhosa, tinhosa, sem escrúpulos, pobres de espírito que só estão bem com o mal dos outros.
Têm o “poder” de controlar a mente dos mais fracos (ou mais burros) e virá-los contra quem supostamente os ajuda e blá blá blá…
É sempre a mesma história! Os bons saem sempre fodidos!
Uma pessoa esforça-se por estar bem consigo mesma e com os outros e vem uma cabra ou cabrão destabilizar as coisas!
Mas pronto, o que é que se há-de fazer? Ao rodearmo-nos de merda, é normal que cheire mal…
 

Há mesmo gente assim


Gente que se aproveita de tudo e todos. Gente que se faz passar por coisas que não são, que sabem disfarçar, que enganam completamente.
E nós, enganados, cegos, convencidos de que é amizade, damos tudo e mais alguma coisa, e para quê? Para no fim nos virarem a cara e seguirem para o raio que os parta! Como se nada fosse…
E depois, num dia muito belo, lembram-se e perguntam pela nossa disponibilidade, pedem-nos ajuda. Sem peso na consciência, sem vergonha na cara…
E nós? Ficamos parvos…
É o que se diz: Uns morrem, outros viram cabras e cabrões…

Romance - Parte IV


Um olhar.
Abrasador, acolhedor. É tudo o que basta para complementar um momento em que reina o amor.
Um toque.
Suave, ao de leve. Suficiente para nos arrepiar e consolar ao mesmo tempo, libertando dentro de nós um grande misto de emoções.
Um abraço.
Algo que é traduzido por “Adoro-te, não me largues nunca!”
Segue-se o beijo.
O ponto alto entre duas pessoas que se amam. A cereja no topo do bolo. O momento em que se descobre até que ponto é o amor verdadeiro.