3 de janeiro de 2011

Mais um fim de ano

Este Natal não se fez sentir muito e, ao contrário dos anos anteriores, quando eu acordava, não pensava sequer nele.
Tudo isso acabou por mudar, ao chegar a meia-noite do dia 24.
Combinamos que a minha sobrinha iria abrir todas as prendas que havia. E assim foi.
Sentaram-na em cima da mesa, e ao vê-la rasgar os papéis de embrulho, a rir e a gritar de felicidade, eu senti de novo o Natal.
A passagem de ano foi feita, como sempre, em casa dos meus tios, mas este ano foi bastante divertido, e tudo por causa de um gato.
Comemos, bebemos, falamos como em todos os outros anos, mas tudo foi diferente por causa do gato. Um gato muito atrevido que conseguiu dar vida à casa.
São, realmente, as pequenas coisas que contribuem para uma grande mudança.
Não tracei muitos objectivos para 2011, a bem dizer, não tracei nenhum, porque não acredito que é, unicamente, no fim do ano que se constroem metas que, supostamente, irão fazer de nós alguém melhor, porque isso é um processo diário que começa quando nascemos e acaba quando morremos.



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