6 de abril de 2011

Foi assim que a maioria dos rapazes se tornou no que é hoje em dia.

"Estou disposto a usar outra versão de mim. Versatilidade. Não vou esperar por ti, mas faço-te o jantar.
Vou dormir sem ti, mas sonho contigo.
Estou cheio de ti, mas vazio por dentro.
Estás bem longe, mas continuo ao teu lado.
Sou independente... Não tenho rótulos... Não pertenço a ninguém. Mas mesmo assim o meu coração só me leva a ti.
É amor, raiva, injustiça e tristeza, tudo junto. Sinto-me desmoronar...
A culpa é tua? Não, mas é por tua causa.
Porque tenho saudades de ouvir "Amo-te", porque tenho saudades de um beijo teu, porque me bastava um olhar para ficar feliz... e agora nem me olhas nos olhos.
Será o fim? Não sei... não quero acreditar nisso por muito que me esteja a custar agora.
Estou um bocado morto. Incompleto.
E acho que é assim que vou ficar, para sempre.
Amo-te?
Sim, amo.
Quero-te?
Sim, quero.
Dói?
Muito!
Foste a única por quem me apaixonei verdadeiramente, será que não percebes?
Será que não percebes que é tudo o que faço é por ti e para ti?
Queria que me entendesses, nem que fosse uma só vez.
Se soubesses o quão é difícil...
Porque é que não és comigo como és para os teus amigos? Porque é que tens de ser tão diferente? És dura comigo, má para mim.
Mas enfim...
Já passou tudo. Simplesmente passou.
Passou-te tudo ao lado como se nada fosse. Ou melhor... Não deve ter sido nada para ti.
Coisas que tanto custaram a construir  foram abaixo em momentos com simples palavras... Foi-se tudo.
Duvido que volte."

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