28 de junho de 2011

Pedro Silva




Não és perfeito.
Não tens a vida perfeita.
Não tens o passado perfeito.

Eu também não.

Da última vez que estiveste comigo, esta música passou no rádio e tu cantavas para mim o refrão. E só aí percebi as voltas que tudo dá.
Enquanto tentava a todo o custo conter as lágrimas, veio-me à cabeça quando te conheci, quando fui descobrindo coisas sobre ti, voltei a sentir o que senti quando dei a primeira gargalhada contigo, voltei a sorrir como te sorri a primeira vez que te vi, lembrei quando te menti, quando me perdoaste, quando logo no início me disseste que eras de longe e mesmo assim não desanimei, quando no dia 21 de Setembro de 2010 me ligaste e me pediste em namoro... Voltaste a beijar-me como me beijaste na 1ª vez que me viste, a segurar a minha mão, a abraçar-me, a olhar para mim, a sorrir como da 1ª vez.
E eu senti-me mais viva que nunca nesse momento.

E é assim que me sinto todos os dias agora, só por saber que te tenho, por saber que pensas em mim, por saber que te importas, por saber que me queres, por saber que me amas.
Já não há problema que não tenha solução, porque sei que estás sempre aí disposto a ajudar, sempre para me apoiar, ajudar, segurar.

Não só para o bem como para o mal.
Até porque me obrigas a falar do mal, mesmo sabendo que detesto, porque sabes que me vai fazer sentir melhor.

E no bom, no mau, no alto e baixo, dentro e fora, longe ou perto, quero qeu saibas que te amo mais que tudo, independentemente das discussões, das niquices, dos problemas, dos ciúmes, mais teus do que meus, de tudo.
És meu tal como eu sou tua.
Para sempre.

Amo-te.


"I've found out a reason for me
To change who I used to be
A reason to start over new
And the reason is you"

26 de junho de 2011

O início do fim

Só precisaste de uns minutos para destruir tudo o que havíamos construído.
Passaste de ídolo, herói, conselheiro e confidente a nada.
Todo o respeito, amor, amizade, entre outros, que tinha para contigo, passaram a ódio.
Fizeste com poucas palavras o que apenas poderia ter sido igualado com infinitas cargas de porrada.
Resta agora silêncio.
Silêncio carregado de rancor.
Aproveita bem esse silêncio, porque é a única coisa que terás de mim.

13 de junho de 2011

O poder de fazer merda e ser bom a fazê-la


Parece que não, mas há muita gente assim. Gente manhosa, tinhosa, sem escrúpulos, pobres de espírito que só estão bem com o mal dos outros.
Têm o “poder” de controlar a mente dos mais fracos (ou mais burros) e virá-los contra quem supostamente os ajuda e blá blá blá…
É sempre a mesma história! Os bons saem sempre fodidos!
Uma pessoa esforça-se por estar bem consigo mesma e com os outros e vem uma cabra ou cabrão destabilizar as coisas!
Mas pronto, o que é que se há-de fazer? Ao rodearmo-nos de merda, é normal que cheire mal…
 

Há mesmo gente assim


Gente que se aproveita de tudo e todos. Gente que se faz passar por coisas que não são, que sabem disfarçar, que enganam completamente.
E nós, enganados, cegos, convencidos de que é amizade, damos tudo e mais alguma coisa, e para quê? Para no fim nos virarem a cara e seguirem para o raio que os parta! Como se nada fosse…
E depois, num dia muito belo, lembram-se e perguntam pela nossa disponibilidade, pedem-nos ajuda. Sem peso na consciência, sem vergonha na cara…
E nós? Ficamos parvos…
É o que se diz: Uns morrem, outros viram cabras e cabrões…

Romance - Parte IV


Um olhar.
Abrasador, acolhedor. É tudo o que basta para complementar um momento em que reina o amor.
Um toque.
Suave, ao de leve. Suficiente para nos arrepiar e consolar ao mesmo tempo, libertando dentro de nós um grande misto de emoções.
Um abraço.
Algo que é traduzido por “Adoro-te, não me largues nunca!”
Segue-se o beijo.
O ponto alto entre duas pessoas que se amam. A cereja no topo do bolo. O momento em que se descobre até que ponto é o amor verdadeiro.

5 de junho de 2011

Fim do ano

Estamos a entrar na última semana de aulas e como me sinto mais inspirada que o habitual apeteceu-me já adiantar a despedida dos professores.
Acho que este ano foi o melhor de todos a nível de professores, por isso decidi falar um pouco de cada um deixando também uma espécie de agradecimento.
Aos professores novos nomeadamente o de TIC, Vitor Pinto e a de Ed. Física, Inês Castillo, quero agradecer os bons momentos que nos proporcionaram ao longo deste ano lectivo, foi muito bom conhece-los, posso dizer que são muito boas pessoas.  Desejo-vos tudo de bom e, à strora de E.F, muito boa sorte para o seu futuro, espero que se tenha safado com a nossa turma!
À Directora de Turma, Ana Teresa, não tenho muito para dizer visto já ter dito tudo anteriormente noutra situação, mas não custa repetir.  Foi uma óptima professora, realmente demonstrou todo o seu interessa para com a nossa turma e ajudou-nos em TUDO e mais alguma coisa, foi notável.
Aos professores que já nos acompanham há mais tempo como a de Matemática, Mafalda Beato; a de Ciências, Paula Sá Dias; o de Fisico-Química, Grande Jojó!, a de História, Helena; Geografia, Manuela Caramelo e Francês, Marina Trindade, quero agradecer por tudo o que nos ofereceram ao longo destes anos, foram não só professores excelentes, como também óptimas pessoas. Não vos vemos apenas como professores, mas sim como amigos, pessoas que nos ajudaram a crescer e que sempre apostaram em nós. Juro aqui mesmo que nunca imaginei professores assim e no entanto tive o prazer de vos ter a todos. Muito obrigado por tudo!
E agora como devem ter reparado... Falta alguém. E não, não foi um lapso, apenas quis guardar o melhor para o fim.
Meu caro professor de Português, Joaquim Santos, escusado será dizer que, por inúmeras razões, foi o mais importante para mim este ano. Devo-lhe muito pois graças a si e à sua visão reflecti e cresci muito. Lembro-me perfeitamente do momento em que se tornou especial para mim:
O stor ajoelha-se à frente da mesa e diz:
"- Costumas escrever todos os dias, Raquel?"
"- Não, stor..."
"- Pois, mas vais passar a escrever."
Foi tudo o que bastou.
Devo-lhe tudo o que tenho aqui neste blog pois só porque puxou por mim e encontrou em mim algo que eu não conseguia ver é que eu me revelei.
Acredite que nunca será esquecido, até porque irei sempre mantê-lo a par das ocorrências.
Não há como expressar a enorme gratidão que tenho para consigo, muito reduzidamente posso dizer OBRIGADO!
Obrigado a todos pelo melhor ano de sempre.

2 de junho de 2011

Romance - Parte III

O vento batia-lhes na cara, os cabelos dela esvoaçavam e assim ele sentia o cheiro adocicado do perfume dela.
Ninguém dizia nada e, mais uma vez, não era preciso.
Olhavam juntos para o horizonte que sonham vir a alcançar no futuro, quando não houver nada nem ninguém a impedir. Nada por fazer, nem nada por dizer...
Ela pousou a mão na perna dele e ele segurou-a com firmeza, como quem mostrava que não queria largar, nunca.
Continham as lágrimas, suspiravam, afastavam mais e mais o olhar, a tentar manter tudo bem dentro deles.
O tempo chegara ao fim.
Apressaram-se abraços, beijos e carícias. Era tempo de partir.
Cada um segue o seu caminho, mas algo os impede e os obriga a olhar para trás e no momento em que os seus olhos se encontram, como que um flash de telepatia, no pensamento de cada um ecoa um "Amo-te" sentido.