22 de julho de 2011

Diana.

Tudo começou há mais ou menos 11 anos, se não me engano.
Sim, foi nessa altura que te conheci...
Nunca fomos muito chegadas, nem me lembro assim de grandes coisas sobre ti. Não andavas comigo... Bem, nenhuma rapariga andava comigo.
Sei que eras uma barbie (ainda és): cabelos compridos, loiros, carinha bonita, e fizeram com que eu não gostasse de ti. Sim, fizeram.
Vê la tu como as pessoas não mudam... Já na altura inventavam coisas, metiam veneno (Cabras uma vez, cabras sempre) ... Canalhada mesmo.

Supostamente, começamos a conhecer-nos minimamente a partir do 6º ano, devido a uma loucura chamada Tokio Hotel... Até me arrepio só de pensar nas figuras... Tu nem estavas muito interessada no assunto, mas pronto, era o que estava a dar no nosso grupo na altura.

Lembro-me que no 7º ano "gritei" contigo por alguma coisa que andavas a fazer e que te andava a magoar. Agora sei que não sou ninguém para dar lições e sei que te fiz chorar e peço desculpa por isso.
Mas vieste agradecer-me depois.

Avancemos directamente para o 9º ano.
Começamos muito mal graças a terceiros, mas decidiste envolver-te e claramente escolheste mal a batalha.
Isso passou.
Assim tive a oportunidade de te conhecer de verdade e não me arrependo de todo. Independentemente de tudo o que leste aqui atrás, agora que te conheço e que tu me conheces a mim, eu tomo-te como uma amiga daquelas que realmente importam.
Tu animas o dia de qualquer pessoa com uma naturalidade daquelas. E provaste-me que algumas da coisas que eu pensava a teu respeito, estavam erradas, e ainda bem que sim.
É bom que não te esqueças que tens aqui gente que te adora e também é bom que te lembres que mesmo que vás embora, não vais a lado nenhum.
Adoro-te, miúda.

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