7 de novembro de 2013

Carta ao... Não escrevo cartas.

Aqui estou eu, na escola, em casa, na rua, em qualquer lado. A pensar em ti.
As pessoas falam, os carros passam, os miúdos brincam, os 'stores mandam vir e eu continuo aqui, a pensar em ti e na forma como andas, falas,pensas, beijas e amas.
Eu costumava sonhar com aquele que mudaria o mundo, faria de mim uma pessoa melhor e seria a parte de mim que faltava. Mas eu não sonho mais. Eu penso.
Eu penso porque tu viste e tornaste os meus sonhos realidade, mudaste tudo, fizeste de mim alguém melhor a completaste-me. Abriste-me os olhos e a mente, fizeste com que percebesse, deste-me tempo e eu compreendi que preciso de ti e, mais importantemente, te quero.
Agora és meu.
E não te vou deixar ir facilmente. Nunca vou mudar de opinião, olhar para trás nem arrepender-me.
Pegaste-me na mão, agarraste-a com força, levaste-me contigo e eu deixei-me ir.
Fizeste-me confiar outra vez. Confiar em ti. E eu acredito quando dizes que sou bonita, quando me dizes que sou tudo, quando dizes que sentes a minha falta e acredito quando dizes que me amas. Isso é porque também sinto a tua falta, também te quero, também és lindo e és importante, mas mais importante ainda é que te amo.

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